A velha senhora se renova todos os dias
Sep 3rd, 2009 | Por Claudio Versiani | Seção: capa
Parece uma “Apple do jornalismo”
No entanto, o que o NYTimesLabs deixa mais explícito é o hiato tecnológico e conceitual do NYTimes em relação a outros jornais.
Enquanto ainda se discute pela 2.976ª vez o diploma de jornalista e a audiência garantida ainda é usada como muleta para não investir em inovação e pesquisa, lá o papo é sobre APIs e os desafios da ubiquidade (onipresença) da informação jornalística aliada à participação em larga escala da audiência.
E quem mandou para cá foi a Andréa Câmara que ainda me mandou comprar um jornal.
Amiga, eu compro jornal sim, mas um pouco menos a cada dia. Sinal dos tempos modernos.
Mas leio muita coisa na rede. Ainda prefiro o jornal físico, sinal dos velhos tempos, mas qual jornal impresso poderia me oferecer uma nota como essa do Tiago? Ou então tudo que ele já publicou sobre o NY Times…
Esse post faz parte de uma série sobre as mudanças tecnológicas no NYTimes e que venho escrevendo desde o começo de 2008.
OK. Vou ler um pouco mais aqui na rede e depois vou ali na esquina comprar um jornal velho e tomar um café novo e quem sabe encontrar o George Clooney, por que não? O cara está em todo lugar.
No entanto, o que o NYTimesLabs deixa mais explícito é o hiato tecnológico e conceitual do NYTimes em relação a outros jornais.
Enquanto ainda se discute pela 2.976ª vez o diploma de jornalista e a audiência garantida ainda é usada como muleta para não investir em inovação e pesquisa, lá o papo é sobre APIs e os desafios da ubiquidade (onipresença) da informação jornalística aliada à participação em larga escala da audiência.
E quem mandou para cá foi a Andréa Câmara que ainda me mandou comprar um jornal.
Amiga, eu compro jornal sim, mas um pouco menos a cada dia. Sinal dos tempos modernos.
Mas leio muita coisa na rede. Ainda prefiro o jornal físico, sinal dos velhos tempos, mas qual jornal impresso poderia me oferecer uma nota como essa do Tiago? Ou então tudo que ele já publicou sobre o NY Times…
Esse post faz parte de uma série sobre as mudanças tecnológicas no NYTimes e que venho escrevendo desde o começo de 2008.
OK. Vou ler um pouco mais aqui na rede e depois vou ali na esquina comprar um jornal velho e tomar um café novo e quem sabe encontrar o George Clooney, por que não? O cara está em todo lugar.

Ops, se encontrar o George Clooney me liga que eu vou!
Para um cafezinho novo também vou. E jornal de papel então nem se fala!
bj.
Anamaria. De George Clooney também vou. Homens altíssimos nunca foram minha especialidade, mas Clooney eu encararia “de boa”, como dizem os adolescentes de 13 anos por estas plagas. E por falar no gatão, lembro do relato de duas repórteres ao entrevistá-lo em ocasiões diferentes. Uma perdeu o fôlego. A outra teve de respirar e contar até cem antes do tête-à-tête. Bjs
Se encontrar vou mandar ele estacionar minha bicicleta ou então comprar o periódico na esquina…
E esse NY Times, hein? Bacana, não?
Compar o NY Times custa uma pequena fortuna, domingo nem se fala e a assinatura vale quase uma passagem para NY.
Em compensação na rede continua free, por enquanto.
Bjo.
[...] Para quem gosta de jornalismo aqui estão duas notas sobre como o NYT investe pesado na web. Parece uma “Apple do jornalismo” [...]