Para navegar na Ehlas, se divertir, se informar e se surpreender, clique aqui.
Lançamos nossa edição 5 da revista digital EHLAS e está diferente, com várias animações, dando outra dinâmica a revista, especialmente movimento com música em alguns momentos.
Tem sido uma surpresa positiva a cada edição, os anunciantes começam a chegar e se tudo continuar assim , mesmo que essa crise não desista de nos perseguir, 2009 promete,…. Prefiro ser positiva a esperar sentada que o pior aconteça a nossa volta! Amo o que faço e faço o que mais amo, surfe e fotografia !
Ehlas é muito Surfe e outros eportes radicais ou de aventura praticados por mulheres e ainda saúde , moda, ecologia e muito mais sempre tentando fazer um mundo melhor!
Um grande abraço,
Roberta Borges
Bueno, eu vim para cá porque me garantiram que…aqui não chove quase nunca! Tem chovido pra dedéu! Em Barcelona não faz frio. À noite a temperatura tem chegado perto de zero grau e de madrugada o termômetro acusa temperaturas negativas, faz tempo. Além disso, ninguém me avisou que por aqui chove barro, muito de vez em quando, mas chove. Lá pelas bandas do Saara bate uma tempestade de areia que sobe Deus sabe para onde, mas que chega aqui no céu de Barcelona e quando coincide com uma chuvinha, desce barro na sua cabeça.
Não é brincadeira não. Hoje São Pedro mandou água o dia inteiro, continua mandando.
A temperatura agora às 22h: 4 graus centígrados.
O meu consolo é que quando me lembro do inverno de NY, acho isso aqui até quentinho.
NY agora: 1 positivo, nada mal. Berlim: 15 negativos.
Gabriel está bem. Laurinha, se agasalhe menina!
Maria, você está desculpada. Tudo em nome da amizade.
Para o caso de quereres prolongar a conversa sobre o FOTOGRAFAR É PRECISO, aqui te envio a foto de uma turista de visita à marginal de Gaia e fascinada com os BARCOS RABELOS.
Abraço amigo
Gaspar de Jesus
vi que você postou alguns “fotografar é preciso”, e me lembrei de uma foto que fiz em Sevilha quando cercava uma das muitas noivas que cruzei pelas ruas num sábado de sol. Te mando o “fotografar com noiva”.
Estava fazendo a nota do Danilo Siqueira e fui lá no blog dele. A notícia que Pete Souza, que foi o fotógrafo oficial de Ronald Reagan, era o escolhido de Obama estava no Let’s Blogar. Ainda nem havia resolvido se a nota entraria agora ou não e o amigo Alexandre Belém disparou um mail avisando da novidade.
Oi Claudio,
seguem as fotos como prometido.
Toda quarta feira o Papa recebe os fiéis em frente à Basílica de São Pedro. Tinha gente do mundo inteiro, e enquanto ele não chegava fiquei me distraindo caçando alguns anônimos. O resultado vc pode ver nessa pequena série.
Abs.
Danilo
Es uno de los vídeos que el Ejército israelí ha colocado en YouTube. La guerra de la propaganda ya no se hace sólo con comunicados. Una serie de tubos alargados sólo pueden ser cohetes Grad, ¿no? Las imágenes demostrarían la precisión de los ataques sobre Gaza.
La organización israelí de derechos humanos B’tselem recoge el testimonio del dueño del camión atacado. Dice que sólo eran botellas de oxígeno.
B’Tselem já saiu aqui no blog. Vale a pena conferir. Clique aqui.
O Guerra Eterna buscou a imagem dos tubos de oxigênio no Bag News Notes.
Portanto, tudo que se lê hoje na imprensa sobre os combates e até mesmo sobre o eventual cumprimento das normas do direito internacional para situações de guerra é informação limitada e censurada por uma das partes. O público não está sendo servido de jornalismo, mas do trabalho de relações-públicas que selecionam o que pode e o que não pode ser divulgado.
A nova etapa do conflito entre o Estado de Israel e o povo palestino está sendo contada por um lado só na grande imprensa. Mas as redes de solidariedade, que reúnem militantes pela paz de todas as nacionalidades, não param de alimentar a sociedade com relatos desordenados, porém cheios de informações, sobre o que acontece na Faixa de Gaza.
Por enquanto, a chamada grande imprensa ainda não descobriu essa fonte alternativa de informações.
O segundo enlace…
A mídia em Israel toca as trombetas da guerra
Gideon Levy
A crítica da guerra, mais uma vez, terá de esperar. [...] Esse é o teste de coragem e credibilidade da mídia, sempre igual, guerra após guerra. E sempre, guerra após guerra, a mídia fracassa…
…Assim a mídia em Israel inventou o Hamas. Apagou a realidade de uma organização em frangalhos, em luta desesperada para não se deixar assassinar e que lança rojões de salão contra o mais poderoso exército do mundo. Assim, também, a mídia de Israel encobriu o fato de que Israel, não o Hamas, foi quem quebrou o pacto de cessar-fogo, imediatamente, no mesmo dia em que firmou o pacto: um dos túneis foi bombardeado no mesmo dia em que o cessar-fogo foi assinado.
E aqui no blog…em 18 de agosto de 2008.
Tuvia Grossman ou como uma legenda errada pode mudar o curso da história.
Enlace para a nota O Monstro de Montauk e a crise do Fotojornalismoaqui.
E para fechar bem fechado, chego no Papers…
Canal Guerra
Israel y Hamás se hacen la guerra por tierra, mar, aire y Red. Hackers palestinos okuparon hoy Ynetnews, versión en inglés de Yedioth Ahronoth, el mayor diario israelí. Colgaron estas dos imágenes (via France24):
As imagens e outros enlaces alternativos oferecidos pelo Papers aqui.
Aqui no Bloco de Notas existem várias notas sobre guerra e imagem. Como o sistema de busca traz um punhado de notas quando a procura é feita com estas palavras, filtrei algumas.
Quem se interessar pelo assunto…
Amigo Cláudio,
Feliz Ano Novo.
Acabo de chegar da Ponta do Corumbau, Bahia, e logo mando uns flagrantes do reveillon nativo.
Por ora, vai uma foto do valoroso Fernando Muylaert, que antes era conhecido como meu filho
(agora, eu é que sou conhecido como pai dele). Enquanto curto o verão, ele curte o frio de New York.
E mostra que, além de homem de televisão, dá show também com uma câmera.
Abraço forte a todos e lindas imagens em 2009.
Eduardo Muylaert
Ele é explica um pouco minha paixão pelo horizonte. Foi capturado em junho de 2002 por minha segunda câmera digital, uma Kodak de 3 megapixels, comprada em Las Vegas em 2000, quando eu cobria uma feira naquela cidade. A pobre está nos estertores.
Nessa época do ano, o horizonte aqui em Perdizes costuma trazer essa coloração. A foto foi registrada quatro meses após o nascimento da minha caçula Carmen e sete meses depois de nos mudarmos para este apê.
Mari-Jô Zilveti
…Ao procurar uma foto pra ilustrar um post de recorde de vendas de celulares no Brasil, em meio a uma suposta e inventada crise, lá no Nomadismo, encontrei uma porção de sem-cacholas que gostam de banho gelado. Pra lá de frio, eu diria.
No bando dos insensatos, um deles vestia Batman.
Claudio,
feliz 2009!
abrazos, beijos, muita LUZ.
Ig e Lou
Caros amigos, que tem amigo tem tudo. Adriana Paiva me escreveu…
Claudix,
Já ia deitar, mas não pude esperar para lhe mostrar. O ano do casal Lost Art
(Ignacio Aronovich e Louise Chin) em imagens.
Fico eletrizada/elétrica quando vejo um trabalho bom como o deles
Adriana
Quando comecei a comentar as notas do PicturaPixel, Anamaria já estava lá. Mandando fotos, dando seus pitacos. Certeiros. Sempre. Qual foi a minha surpresa quando o navegador postou uma Kombi hippie, capturada sabiamente por ele lá na costa oeste do solo norte-americano. Repentinamente viramos amigas para viajar de Kombi, batmóvel retrô ou em um mini Cooper amarelo conversível. De preferência voando pelos ares, ou seria navegando pelos mares de zeros e uns?
A parceria de Anamaria/Thelma e Mari-Jô/Louise ou vice-versa já estava selada. Só faltava o bólido.
Os céus de Sampa seguiram cinza e daí percebi que meus comentários sobre o horizonte chamaram não só a atenção de Ana, mas também a de Versiani I, o novo e primeiro ombudsman desta louca nau de insensatos ou sem cachola. Como preferirem.
Entre céus de Brasília e Sampa, Anamaria desceu por estas plagas, passando por Ribeirão Preto.
Munida de sua câmera fotográfica, propus-lhe uma caminhada pela Paulista. Antes ela decidira passear pelo centro. Talvez em busca de uma prima da Josefina, que encontrou na galeria do rock. Eis que um segurança lhe pediu um crachá. Rebelde, ela ser recusou a ceder a tal burocracia. Como assim? Autorização para fotografar a galeria do rock? Enquanto isso, alguns cidadãos com seus celulares registravam suas imagens. Mas uma câmera incomoda muita gente. E uma câmera nas mãos de Anamaria, muito mais.
Mulher ousada, ela não hesitou e conseguiu capturar o que pôde. Mesmo com um segurança em sua cola. Se a dona da loja deixava, por que não fotografar a prima da Josefina? Lá foi Anamaria com seu olhar apurado.
No final da tarde, uma chuva torrencial não impediu nosso encontro ao vivo e em cores pontuadas pelo eterno cinza desta urbe. Flanamos pela Paulista, em busca de céus, antenas, prédios. Estavam todos lá. Caímos pela Casa das Rosas. Ana punha seus olhos para enquadrar e eis que um novo segurança se aproxima gentilmente para avisarnos que não era possível fotografar um edifício espelhado. Como assim, indagamos? Justificativa novamente burocrática: do outro lado do espelho há dois consulados e por questões de segurança….
Ana não se intimidou. Enquanto o profissional que assegura avisava dois rapazes lá adiante que tampouco poderiam capturar fotos, ela disparou seus cliques.
Seguimos pelas calçadas até quase o anoitecer. O sol punha-se magistralmente no final da Paulista, oferecendo suas luzes incidentais para quem quisesse capturá-las.
E o céu, perguntaria Versiani I? Ana foi pródiga. Ela conseguiu o que eu ainda não vi por aí. Ele ficou encaixotado em um edifício.
Mas também houve Marilyns, tons amarelos, reflexos da água nas calçadas.
Eram sete e meia da noite, quando tomamos o metrô, após uma pausa merecida em um café, rumo à estação Vila Madalena. Parada rápida na estação Sumaré, sob uma ponte, onde Anamaria capturou reflexos e, mais uma vez, o céu de Sampa.
Ao chegar em minha morada, ela percebeu o porquê da minha paixão pelos céus. Aqui nesta região, ele vai embora mais tarde. Da minha janela da sala, ela entendeu melhor ainda porque me movo por esse horizonte. Mais registros. A noite caía, quando descemos a rua Cayowaa para deixar Anamaria em um táxi que a levaria ladeiras acima e abaixo pelas entranhas de Perdizes para um jantar familiar. A lua estava lá, semi-transparente, diante de nossos olhos.
Nos despedimos com a sensação de que outros céus serão capturados. Outras viagens virão. Em um conversível amarelo? Em uma Kombi? No batmóvel retrô?
Não sei ao certo. Apenas ouso afirmar que o navegador da louca nau inventou de levar seus navegantes, arrebatando-os pela rede, em uma viagem que não tem mais volta.
Mari-Jô Zilveti
PS: Bueno, para que serve um blog? A rede também serve para promover encontros bacanas entre duas malucas (ou seria ao contrário?), ali sob o céu de Sampa.
E assim caminhamos, uma surpresa aqui e outra acolá. O mundo é dos sem cachola, ou pelos menos deveria ser dos sem cacholas bem-aventurados ou aventuradas. Infelizmente não é. Os mal-aventurados é que mandam neste planeta. Um dia muda. Por enquanto vamos nos divertindo por aqui e celebrando essa coisa bacana que é a amizade.
Perguntinha que não quer calar: Nem Thelma, nem Louise se aventuraram a colocar a cara no corpo de Marilyn? Não acredito.
A nota está aberta a addendus fotográficos. Vamos em frente, 2009 ainda é uma criança e
bons ventos sopram por aqui.
Em temporada de férias na casa dos avós, Lu tem gostado de passear pelo Rio de Janeiro ,
onde, breve, virá morar. Aí, diverte-se com caixinha contendo par de brincos que lhe comprei,
ontem, na Vivara do Rio Design Barra.
Minha mãe não perde tempo ; registra, com seu celular, cada nova estripulia da neta.
Adriana Paiva