
Esta estupidez veio da página de um senador americano, o republicano Kevin Bryant. Deu chabu é claro. E o senador Bryant teve que retirar a nota do ar. Mas a imagem do site ficou na rede.

Esta nota começou aqui e vai longe.
O NY Times publicou um artigo do senador Obama sobre sua estratégia para a guerra do Iraque. John McCain enviou um outro texto que deveria ser o contraponto ao artigo do candidato do partido democrata. O jornal recusou o rascunho e sugeriu modificações. A direção da campanha de McCain recusou e o caso virou um imbroglio.
Link aqui para o Portal Imprensa do UOL…
“Um editor do jornal britânico enviou um e-mail à equipe de McCain dizendo que seria ótimo ter um artigo de McCain, mas que o enviado não seria aceito como estava escrito, e que uma nova versão deveria articular como o candidato republicano define a vitória no Iraque”.
O New York Times é um jornal americano publicado em Nova York, acredito.
The Times é britânico sim, acredito também.
McCain andou reclamando que Obama é o queridinho da mídia.
Link para o Estadão.
Pelo menos aqui no Bloco de Notas, o Super Barack é o nosso Obama.
Mas não é bem assim. O senador John McCain andou se confundindo com as datas da guerra do Iraque. Numa entrevista à Katie Couric da rede CBS, ele cometeu um lapso de memória, por assim dizer.
A CBS editou a entrevista e colocou uma outra resposta do senador à pergunta da entrevistadora.
Eles só se esqueceram que a transcrição da entrevista foi para o website da rede de tv. A rede adorou. Keith Olbermann da MSNBC deitou e rolou.
Confira aqui.
E parar fechar, ou quase, que está nota já foi longe demais,
a análise de Michael Shaw sobre a capa da New Yorker…

Link aqui.
Amaral, o que vê bandeiras em lareiras, vai gostar.
Camila Viegas que é fã de Errol Morris também vai gostar.
Eu também sou fã de Morris e Shaw e de seu Bag News Notes que já saiu várias vezes aqui no blog.
É Michael Shaw quem oferece a foto abaixo…

© Scott Olson/Getty Images
O tiroteio em cima de Barack Obama continua e tudo faz crer que vá continuar. Por enquanto é um tiroteio virtual e que assim continue. Nos Eua, onde todo mundo tem o direito a ter uma arma, incluindo rifles e as chamadas armas de assalto, assassinatos de presidentes e políticos não é uma coisa rara.
A história do país mostra esta vergonha norte-americana.
Os americanos são perigosos, pelo menos alguns.
Relembre aqui como o serviço secreto e o FBI cuidam da segurança do Obama, o nosso Super Barack.
Isto posto, vamos em frente que há muito chão para pisar.